Mês: junho 2010

    Hospital do Senhor

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    Fui ao hospital do Senhor, fazer um “checkup” de rotina
    e constatei que estava doente.
    Quando Jesus mediu minha pressão, verificou que estava baixa de ternura.
    Ao tirar a temperatura, o termômetro registrou 40 graus de egoísmo.

    Fiz um eletrocardiograma e foi diagnosticado
    que necessitava de uma ponte de amor, pois minha veia, estava bloqueada
    e não estava abastecendo o meu coração vazio.

    Passei pela ortopedia, pois estava com dificuldade de andar 
    lado a lado com meu irmão
    e não conseguia abraçá-lo por ter fraturado o braço,
    ao tropeçar na minha vaidade.

    Constatou-se miopia, pois não conseguia enxergar além das aparências.
    Queixei-me de não poder ouvi-lo e diagnosticou
    bloqueio em decorrência das palavras vazias do dia-a-dia.

    Obrigado Senhor, por não ter me cobrado a consulta,
    pela grande misericórdia.
    Prometo ao sair daqui, somente usar remédios naturais que me indicou
    e que estão no receituário do seu Evangelho.

    Vou tomar, diariamente, ao me levantar, chá de trabalho,
    beber uma colher de sopa de BOM DIA e,
    de hora em hora, um comprimido de PACIÊNCIA,
    com um copo de HUMILDADE.

    Ao chegar em casa, Senhor,
    vou tomar diariamente uma injeção de AMOR
    e ao me deitar, duas cápsulas de CONSCIÊNCIA TRANQUILA.
    Agindo assim, tenho certeza que não ficarei mais doente
    e todos os dias serão confraternização e solidariedade.

    Prometo prolongar este tratamento  preventivo por toda minha vida,
    para que, quando me chamar, seja por morte natural.
    Obrigado Senhor, e perdoe-me por ter tomado seu tempo.
    Do seu eterno cliente…

    Fonte: Hospital do Senhor. IN: IN: Ferreira, Cláudio Roque Bueno ; Costa, Wagner Veneziani. Além do que se vê. Disponível em: http://www.sokarinhos.com.br/mens_h/mens_h_hospital.htm

    Fundamentos do Espiritismo

    Segundo a visão espírita, os fenômenos mediúnicos são registrados em diversos lugares e épocas daHistória, desde a Antiguidade, sob diversas formas. Como exemplo dessa visão de realidade religiosa, refere-se:

    • a prática ancestral de culto aos antepassados, venerando-os ou rendendo-lhes homenagens por meio de diversos rituais;
    • na cultura judaico-cristã encontram-se registados no Antigo Testamento, nomeadamente a proibição deMoisés à prática da “consulta aos mortos” (evidência da crença judaica nessa possibilidade, uma vez que não se proíbe aquilo que não é praticado),[2] e, no Novo Testamento, a comunicação de Jesus com Moisés e Elias no Monte Tabor (Mt, 17:1-9).
    • na cultura da Grécia Antiga, a crença em que as almas dos mortos habitavam o submundo e que era possível entrar em contacto com eles, cuja referência mais conhecida encontra-se na Odisséia. AliHomero narra que Odisseu (Ulisses), rei de Ítaca realizou um ritual conforme indicações da feiticeiraCirce, logrando conversar com as almas de sua mãe, e dos seus companheiros que haviam perecido durante a Guerra de Tróia.
    • ainda na Grécia Antiga, registram-se os comentários de Platão sobre o “dáimon” ou gênio que acompanharia Sócrates. O mesmo Platão utiliza o termo anamnese (“Anamnesis“) na teoriaepistemológicapsicológica que desenvolve em seus diálogos MênonFédon (e em uma alusão emFedro), referindo-se a conhecimentos obtidos pela alma em vidas anteriores.
    • os povos Celtas acreditavam que os espíritos regressavam ao mundo dos vivos em certas ocasiões (“Samhain“), crença essa que se encontra na origem das populares festas de “halloween“.
    • na Idade Média, a persistência popular de crenças em superstições e amuletos para obter protecção.
    • na Idade Moderna, as narrativas sobre fantasmas e assombração de locais, ilustrada, por exemplo, pela peça de teatro Hamlet, em que o dramaturgo inglês William Shakespeare apresenta o fantasma do rei assassinado demandando vingança ao protagonista, seu filho.

    Os xamãs dos povos “primitivos” da ÁsiaOceania, também afirmam ter o dom de comunicação com o além. Entre a população nativa americana, apenas o xamã (feiticeiro) tinha o poder de comunicar com os deuses e espíritos, fazendo a mediação entre eles e os mortais. A principal função do xamã era a de assegurar a ajuda do mundo dos espíritos, incluindo o Espírito Supremo, para benefício da comunidade. Tal como os xamãs, os curandeiros na América Latina, são capazes de aceder ao mundo dos espíritos. A actuação a este nível, envolve não só o uso de orações, mas também a consulta de guias espirituais ou espíritos superiores.

    Actualmente é comum adotar-se a data de 31 de março de 1848, início do fenómeno das Irmãs Fox (ainda que anos mais tarde tenham confessado a fraude e, posteriormente, desmentido a confissão), como marco inicial das modernas manifestações mediúnicas, quando se inicia uma fase de manifestações mais ostensivas[nb 1] e freqüentes do que jamais ocorrera, particularmente nos Estados Unidos da América e na Europa,[nb 2] o que levou muitos pesquisadores a se debruçarem sobre tais fenômenos.

    Entre esses pesquisadores destacou-se o professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, que mais tarde, sob o pseudônimo de Allan Kardec, com base em uma série de relatos psicografados, publicou O Livro dos Espíritos.

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    Fundamentos do Espiritismo

    Segundo a visão espírita, os fenômenos mediúnicos são registrados em diversos lugares e épocas daHistória, desde a Antiguidade, sob diversas formas. Como exemplo dessa visão de realidade religiosa, refere-se:

    • a prática ancestral de culto aos antepassados, venerando-os ou rendendo-lhes homenagens por meio de diversos rituais;
    • na cultura judaico-cristã encontram-se registados no Antigo Testamento, nomeadamente a proibição deMoisés à prática da “consulta aos mortos” (evidência da crença judaica nessa possibilidade, uma vez que não se proíbe aquilo que não é praticado),[2] e, no Novo Testamento, a comunicação de Jesus com Moisés e Elias no Monte Tabor (Mt, 17:1-9).
    • na cultura da Grécia Antiga, a crença em que as almas dos mortos habitavam o submundo e que era possível entrar em contacto com eles, cuja referência mais conhecida encontra-se na Odisséia. AliHomero narra que Odisseu (Ulisses), rei de Ítaca realizou um ritual conforme indicações da feiticeiraCirce, logrando conversar com as almas de sua mãe, e dos seus companheiros que haviam perecido durante a Guerra de Tróia.
    • ainda na Grécia Antiga, registram-se os comentários de Platão sobre o “dáimon” ou gênio que acompanharia Sócrates. O mesmo Platão utiliza o termo anamnese (“Anamnesis“) na teoriaepistemológicapsicológica que desenvolve em seus diálogos MênonFédon (e em uma alusão emFedro), referindo-se a conhecimentos obtidos pela alma em vidas anteriores.
    • os povos Celtas acreditavam que os espíritos regressavam ao mundo dos vivos em certas ocasiões (“Samhain“), crença essa que se encontra na origem das populares festas de “halloween“.
    • na Idade Média, a persistência popular de crenças em superstições e amuletos para obter protecção.
    • na Idade Moderna, as narrativas sobre fantasmas e assombração de locais, ilustrada, por exemplo, pela peça de teatro Hamlet, em que o dramaturgo inglês William Shakespeare apresenta o fantasma do rei assassinado demandando vingança ao protagonista, seu filho.

    Os xamãs dos povos “primitivos” da ÁsiaOceania, também afirmam ter o dom de comunicação com o além. Entre a população nativa americana, apenas o xamã (feiticeiro) tinha o poder de comunicar com os deuses e espíritos, fazendo a mediação entre eles e os mortais. A principal função do xamã era a de assegurar a ajuda do mundo dos espíritos, incluindo o Espírito Supremo, para benefício da comunidade. Tal como os xamãs, os curandeiros na América Latina, são capazes de aceder ao mundo dos espíritos. A actuação a este nível, envolve não só o uso de orações, mas também a consulta de guias espirituais ou espíritos superiores.

    Actualmente é comum adotar-se a data de 31 de março de 1848, início do fenómeno das Irmãs Fox (ainda que anos mais tarde tenham confessado a fraude e, posteriormente, desmentido a confissão), como marco inicial das modernas manifestações mediúnicas, quando se inicia uma fase de manifestações mais ostensivas[nb 1] e freqüentes do que jamais ocorrera, particularmente nos Estados Unidos da América e na Europa,[nb 2] o que levou muitos pesquisadores a se debruçarem sobre tais fenômenos.

    Entre esses pesquisadores destacou-se o professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, que mais tarde, sob o pseudônimo de Allan Kardec, com base em uma série de relatos psicografados, publicou O Livro dos Espíritos.

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